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Bolsonaro ataca esquerda em rede social; na TV, prega conciliação nacional
02/11/2018

Presidente eleito adotou tons distintos ao falar a públicos diferentes. Em ambos, falou em fazer um governo constitucional e democrático. Em seus dois primeiros discursos após ser eleito o 38º presidente da República da história do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL) empregou tons distintos a públicos diferentes. No primeiro deles, transmitido ao vivo no Facebook a seus seguidores, Bolsonaro manteve o tom belicoso contra a esquerda e a imprensa. Em seguida, no “discurso da vitória”, veiculado também ao vivo por emissoras de televisão, o presidente eleito adotou retórica mais conciliadora. Em ambos, falou em governar com respeito à democracia e à Constituição. “Não poderíamos mais continuar flertando com o socialismo, com o comunismo, com o populismo e com o extremismo da esquerda”, afirmou no Facebook o pesselista, que reclamou de ter sido colocado “muitas vezes próximo de uma situação vexatória” em reportagens da “grande mídia”. Na fala transmitida pela TV, o presidente eleito declarou que “não existem brasileiros do Sul e do Norte, somos todos um só país, uma só nação, uma nação democrática”. Ele se disse um “defensor da liberdade” em um “Brasil de diversas opiniões, cores e orientações”. “Liberdade é um princípio fundamental. Liberdade de ir e vir, andar nas ruas em todos os lugares desse país, liberdade de empreender, liberdade política e religiosa, liberdade de fazer, formar e ter opinião, liberdade de escolhas e ser respeitado por elas”, declarou. Ao ler seu discurso da vitória na televisão, ao contrário do pronunciamento na rede social, Jair Bolsonaro também citou aspectos da política econômica que pretende implementar a partir de janeiro – seara em que se admite ignorante e que será delegada ao economista liberal Paulo Guedes. Bolsonaro falou em “compromisso” com “emprego, renda e equilíbrio fiscal”.   “Quebraremos o ciclo vicioso do crescimento da dívida, substituindo-o pelo ciclo virtuoso de menores déficits, dívida decrescente e juros mais baixos. Isso estimulará os investimentos, o crescimento e a consequente geração de empregos. O déficit público primário precisa ser eliminado o mais rápido possível e convertido em superávit, esse é o nosso propósito”, enumerou.

Fonte: Veja
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