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PF afirma em relatório haver indícios de que Temer recebeu vantagem indevida da Odebrecht
06/09/2018

Relatório foi enviado ao STF; polícia investiga suposto repasse de R$ 10 milhões da construtora ao MDB em 2014. Procurada, assessoria disse em nota que há 'perseguição' a Temer.


Por Vladimir Netto, Luiz Felipe Barbiéri e Mariana Oliveira, TV Globo e G1, Brasília

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Relatório da PF aponta indícios de que Temer recebeu vantagens indevidas da Odebrecht

A Polícia Federal (PF) enviou um relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual afirma ter encontrado indícios de que o presidente Michel Temer recebeu vantagem indevida da construtora Odebrecht.

No documento, o delegado Thiago Delabary aponta, ainda, suspeitas de que Temer cometeu os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Procurada, a assessoria de Temer enviou a seguinte resposta à TV Globo:

"A conclusão do inquérito pela Polícia Federal é um atentado à lógica e à cronologia dos fatos. Jantar ocorrido no final de maio, segundo os próprios delatores, tratou de pedido de apoio formal para campanhas eleitorais, o que ocorreu realmente dentro de todos ditames legais. Todos os registros foram feitos em contas do PMDB e declarados ao TSE. Agora, sem conseguir comprovar irregularidades nas doações, o delegado aponta supostos pagamentos ocorridos em março como prova dos crimes, ou seja, dois meses antes do jantar. A investigação se mostra a mais absoluta perseguição ao presidente, ofendendo aos princípios mais elementares da conexão entre causa e efeito."

inquérito no qual o relatório foi enviado se refere a um jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, em que se teria acertado o repasse ilícito de R$ 10 milhões ao MDB.

De acordo os delatores da Odebrecht, teriam participado da reunião Eliseu Padilha (atual ministro da Casa Civil), o então presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, o ex-executivo Cláudio Melo Filho e o então vice-presidente Michel Temer

Procurado, o advogado de Padilha, Daniel Gerber, informou que o ministro não comentará o assunto. "Se for o caso, se manifestará apenas nos autos", acrescentou.

 
O presidente Michel Temer (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)O presidente Michel Temer (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)Fonte: G1
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