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Polícia Federal faz operação contra desvios de recursos da União para a merenda em 3 estados e no DF
09/05/2018

600 agentes cumprem 154 mandados de busca e apreensão na capital paulista e mais 29 cidades do interior de São Paulo. Há indícios contra 13 prefeitos e 4 ex-prefeitos.


Por Bruno Tavares e Isabela Leite, TV Globo e G1 SP, São Paulo

 

 
 
 
 
 

PF faz buscas em casa que foi de prefeito Embu das Artes, SP, é alvo de operação da PF

A Polícia Federal faz operação nesta quarta-feira (9), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), para desarticular cinco grupos criminosos suspeitos de desviar recursos da União. O dinheiro era destinado à merenda em municípios dos estados de São Paulo, Paraná, Bahia e Distrito Federal. Há indícios de envolvimento de 13 prefeitos e 4 ex-prefeitos na operação nomeada como Prato Feito.

Principais pontos da operação

 

  • 65 contratos suspeitos na área da educação somam R$ 1,6 bilhão
  • 5 núcleos empresariais são investigados
  • Entre os alvos, há empresários ligados a grupo investigado pela "Máfia da Merenda"
  • PF diz que cartel direcionava licitações e superfaturava contratos
  • 154 mandados de busca e apreensão são cumpridos
  • Prefeitos investigados são das seguintes cidades paulistas: Barueri, Embu, Mauá, Caconde, Cosmópolis, Holambra, Hortolandia, Laranjal Paulista, Mogi Guaçu, Mongaguá, Paulínia, Pirassununga e Registro.
  • Ex-prefeitos investigados: Águas de Lindoia, Pirassununga, Mauá, Mairinque.
  • Justiça pediu afastamentos preventivos de agentes públicos

 

Todas as medidas foram expedidas, a pedido da PF, pela 1ª Vara Criminal Federal de São Paulo e pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

A investigação começou após o Tribunal de Contas da União identificar desvios em licitações relacionadas à merenda. Diversas empresas que já foram investigadas pelo Ministério Público no âmbito da chamada "Máfia da Merenda" são citadas na operação desta quarta.

Segundo a PF, os grupos criminosos agiriam contatando prefeituras por meio de lobistas, para direcionar licitações que usavam recursos federais. Esses contratos eram feitos para fornecer merenda escolar, uniformes, material didático e outros serviços a escolas municipais.

No total, há indícios do envolvimento de 85 pessoas: além dos prefeitos e ex-prefeitos, 1 vereador, 27 agentes públicos não eleitos e outras 40 pessoas da iniciativa privada (veja mais detalhes abaixo).

Os investigados devem responder pelos crimes de fraude a licitações, associação criminosa, corrupção ativa e corrupção passiva, com penas que variam de 1 a 12 anos de prisão.

 

Investigação

 

As investigações tiveram início em 1999 após apresentação de crime em proces

Fonte: G1
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