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Bancos seguem movimento da Caixa e também reduzem juros do crédito imobiliário; veja comparativo
07/05/2018

Taxas mínimas anunciadas passaram a ficar muito próximas entre as principais instituições financeiras, aumentando a competição.


Por G1

 

 

Os principais bancos no Brasil seguiram o movimento da Caixa Econômica Federal e também reduziram nas últimas semanas suas taxas para crédito imobiliário, acirrando a competição nas linhas de financiamento com recursos da caderneta de poupança.

Banco do Brasil, Bradesco e Santander passaram a anunciar novas taxas, enquanto o Itaú Unibanco manteve suas condições inalteradas mas em linha com as da Caixa. Com isso, as taxas mínimas em vigor ficaram bem próximas entre os principais bancos. Veja tabela abaixo:

Comparativo de juros para financiamento imobiliário

Banco Sistema Financeiro Habitacional (SFH) Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) ou carteira hipotecária pró-cotista FGTS limite do financiamento
Caixa a partir de 9% ao ano + TR a partir de 10% ao ano + TR a partir de 7,85% ao ano + TR 80% do valor para imóveis novos e 70% do valor para usados
Banco do Brasil a partir de 8,99% ao ano + TR a partir de 9,35% ao ano + TR 9% ao ano + TR Até 80% do valor do imóvel (tanto para novos como usados)
Itaú Unibanco a partir de 9% ao ano + TR a partir de 9,5% ao ano + TR não opera 82% do valor do imóvel, com valor mínimo de R$ 80 mil (tanto para novos como usados)
Bradesco a partir de 8,85% ao ano + TR a partir de 9,3% ao ano + TR não opera até 80% do valor do imóvel novo ou usado
Santander a partir de 8,99% ao ano + TR a partir de 9,49% ao ano + TR não opera Até 80% do valor do imóvel (tanto para novos como usados), podendo incluir mais 5% para despesas como ITBI e registro

O realinhamento de taxas acontece em meio a um cenário de reaquecimento do mercado imobiliário, com maior número de lançamentos e aumento do volume de financiamentos, com os bancos reforçando o foco no crédito imobiliário e nos empréstimos para pessoas físicas como forma de compensar a contínua fraqueza na demanda das empresas por novos recursos para investimentos.